Grupo de Pesquisa em Cadeias Produtivas: Textos para Download

2007

Por Que é Baixo o Investimento Direto das Firmas Brasileiras no Exterior? (147 KBytes)

Autor: Victor Prochnik

Resumo:
O artigo discute a evolução recente do investimento externo direto (IED) das empresas industriais brasileiras e suas tendências. O artigo mostra o declínio relativo do IED brasileiro em relação ao de outros países e suas perspectivas de recuperação. O IED dos países em desenvolvimento e em transição vem aumentando mais rapidamente do que o IED dos países desenvolvidos – UNCTAD (2006). Mas o valor do IED das empresas brasileiras é não apenas é relativamente baixo, em relação ao de outros países em desenvolvimento e em transição como, também, tem aumentado mais lentamente.

Para fazer este debate, o artigo apresenta estatísticas sobre o IED brasileiro, detalhando as questões mencionadas, faz uma revisão da literatura internacional conclui, a partir de estudos feitos sobre outros países, que a atividade de IED e resenha diversos trabalhos sobre a estratégia de IED das empresas brasileiras, mostrando como foram abordadas as questões acima destacadas. Ao final, a partir de um trabalho recentemente realizado, busca-se reunir os diversos resultados encontrados.

2006

Emprego e Salários na Evolução Recente do Setor de Serviços de Telecomunicações Brasileiro (375 KBytes)

Publicado como capítulo 13 do livro Estrutura e Dinâmica do Setor de Serviços no Brasil; organizado por João Alberto De Negri e Luiz Kubota, Brasília: IPEA, 2006.

Autores: Victor Prochnik, Fernando Freitas e Luiz Alberto Esteves

Resumo:
O capítulo discute os impactos das mudanças recentes no setor de serviços de telecomunicações (SST) no Brasil sobre o nível de emprego e os salários dos seus trabalhadores. O trabalho compara as características dos trabalhadores de dois grupos de empresas, as empresas que foram privatizadas (Telerj e Telesp, por exemplo) e as que nasceram privadas (empresas da Banda B, por exemplo). O trabalho abrange a telefonia fixa e celular e enfatiza duas transformações pelas quais passou o SST brasileiro na última década, a mudança no paradigma competitivo (privatização das empresas estatais e a introdução da competição, com leilões para novas licenças) e a crescente difusão da tecnologia digital entre as operadoras de telefonia fixa e celular.

O Grau de Internacionalização das firmas industriais brasileiras e seus determinantes microeconômicos (apresentação disponível para download, texto será colocado aqui em breve)

Autores: Victor Prochnik (Instituto de Economia da UFRJ)
Luiz Alberto Esteves (Depto. de Economia da UFPr) e
Fernando Morais de Freitas (Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas – IPEA)

Resumo:
O trabalho discute o grau de internacionalização das empresas industriais de capital brasileiro. Seguindo Helpman (2004) e outros, é visto que as firmas que investem no exterior têm produtividade maior que as firmas que apenas exportam. Estas têm produtividade maior do que as firmas que não exportam nem investem no exterior. Como outras variáveis também são correlacionadas com o grau de internacionalização, procura-se avaliar sua relevância, seguindo Basile et al (2003). Conclui-se que as estratégias de inovação e as políticas de recursos humanos das empresas são dimensões relevantes para explicar o grau de internacionalização das firmas brasileiras. As variáveis mais importantes estão na interseção das duas dimensões: "% pessoal ocupado em P&D em relação ao pessoal total" e a dummy "firma tem pelo menos um mestre ou doutor empregado em P&D". A importância dessas variáveis cresceu entre 2000 e 2003. A maior sofisticação competitiva das firmas que exportam e/ou investem no exterior é uma explicação para seu sucesso exportador, em um ambiente marcado pela sobrevalorização cambial. O texto também mostra que a estratégia tecnológica das firmas internacionalizadas é significativamente diferente da estratégia tecnológica das firmas não internacionalizadas.

2005

RESUMO DE NOVE PÁGINAS: Uma análise do baixo grau de inovação na indústria brasileira a partir do estudo das firmas menos inovadoras (105 Kb)

CAPÍTULO COMPLETO: Uma análise do baixo grau de inovação na indústria brasileira a partir do estudo das firmas menos inovadoras (400Kb)

Publicado como capítulo 6 do livro Inovações, padrões tecnológicos e desempenho das firmas industriais brasileiras; organizado por João Alberto De Negri e Mario Sergio Salerno, Brasília: IPEA, 2005.

Autores: Victor Prochnik e Rogério Dias de Araújo

Um resumo mais suscinto segue abaixo:

Breve resumo:
O capítulo estuda a inovação nas firmas brasileiras menos produtivas, que são 78,5% do total de firmas industriais do Brasil. Procura-se mostrar que existe uma relação de mão dupla entre o baixo grau de inovação e a relativa debilidade da indústria brasileira de bens de capital. Isto porque a inovação nas firmas menos produtivas é caracteristicamente de processo, ocorrendo com a aquisição de máquinas que são novas para elas. Geralmente, a inovação em produto decorre da aquisição de máquinas com capacidade para fazer novos produtos, pois os gastos em pesquisa e desenvolvimento são muito baixos e, para a grande maioria das firmas, descontínuos. Portanto, o desenvolvimento dos setores de bens de capital e software é um requisito para a ampliação da taxa de inovação no Brasil. As empresas que não inovam (75% das empresas menos produtivas) são em média muito pequenas, a falta de recursos é um obstáculo à inovação. Portanto, uma maior disponibilidade de crédito e de taxas de juros mais baixas são requisitos tanto para o desenvolvimento do setor de bens de capital como para estimular a demanda por inovações. Já a cooperação Universidade/empresa, pilar da recentemente aprovada Lei da Inovação, tem reduzida participação na vida empresarial brasileira.

2003

Foreign direct investment and the industrial structure of the Brazilian forest sector (1.181 KBytes)

Capítulo do livro The Brazilian Tropical Timber Industry and International Markets; Editado por Duncan MacQueen, editora Earthprint Limited; GRÃ-BRETANHA;

Autores: Carlos Eduardo Frick Young e Victor Prochnik

Publicado em Julho de 2003.

Breve resumo:
Versão em inglês de capítulo de livro sobre a cadeia da madeira tropical e os mercados internacionais.

The Computer Science Academic Community and the Diffusion of the Internet in Brazil (187 KBytes)

Autores: Victor Prochnik e Maurício Yoshinori Une

Publicado em AVGEROU, C. e LA ROVERE, R. L. Information Systems and the Economics of Innovation, Edwad Elgar Publishing, 2003.

Breve resumo:
Este capítulo de livro discute o desenvolvimento e a difusão da Internet no Brasil. Em particular, ele descreve a participação crescente da comunidade acadêmica em ciência da computação e engenharia de software na introdução e crescimento da Internet. O capítulo também busca demonstrar a importância da participação desta comunidade no processo de decisão para regulamentar a Internet comercial e nos projetos governamentais para expandir esta rede.

Os Impactos da ALCA e do Acordo Comercial com a União Européia: o Caso da Cadeia Têxtil/Confecções (86 KBytes)

Autor: Victor Prochnik

Publicado em Economia & Conjuntura, Revista do Instituto de Economia/UFRJ e COPPEAD/UFRJ - Janeiro de 2003 - Ano 3 - Número 36, JANEIRO DE 2003

Breve resumo:
Artigo curto que resume os principais resultados obtidos em trabalho sobre a cadeia têxtil/confecções (também disponível nesta página).

2002

Cadeias Produtivas do Estado de Minas Gerais (469 KBytes)

Autores: Victor Prochnik e Bruno Ottoni Vaz

Este trabalho foi publicado como capítulo do livro MINAS GERAIS DO SÉCULO XXI, organizado pelo Banco de Desenvolvimento do Estado de Minas Gerais, BDMG, DEZEMBRO DE 2002.

Breve resumo:
O texto compara a estrutura das cadeias produtivas dos Estado de Minas Gerais São Paulo e Rio de Janeiro e analisa sua evolução recente. Depois, o trabalho aponta as principais oportunidades de investimento nas cadeias produtivas do Estado de Minas Gerais.

A Cadeia Têxtil/Confecções frente aos Desafios da ALCA e do Acordo Comercial com a União Européia (177 KBytes)

Autor: Victor Prochnik

Artigo publicado na revista Economia (revista da Associação Nacional de Centros de Pós-Graduação em Economia - ANPEC) Volume 4; Fascículo 1;

Breve resumo:
O artigo discute as oportunidades e os riscos que se abrem para a cadeia produtiva têxtil/confecções (CTC), tendo em vista a perspectiva de criação de áreas de livre comércio nas Américas (Alca) e com a União Européia (UE). O artigo discute tanto as tendências externas quanto as perspectivas internas ao Brasil. Quanto às primeiras, o artigo mostra que as desigualdades no comércio internacional da CTC são muitas e têm prejudicado o país. O artigo também mostra que a CTC brasileira é muito competitiva na cultura do algodão e na sua fiação e tecelagem. Nestes dois últimos setores, a liderança da cadeia está nas mãos de um pequeno grupo de grandes empresas internacionalmente competitivas. Na CTC, entretanto, existem dois graves problemas, uma grande massa de empresas ineficientes e uma subcadeia menos competitiva, a de produtos à base de fibras sintéticas e artificiais. Há, portanto, um dilema de política econômica. As empresas exportadoras precisam da Alca e do acordo com a UE para se manterem competitivas. Mas estes acordos podem prejudicar parte significativa da CTC que é menos competitiva.

Perspectivas para o Pólo de Moda Íntima de Nova Friburgo (192 KBytes)

Autor: Victor Prochnik.

Breve resumo:
O artigo discute as perspectivas de crescimento e aprimoramento da produção do pólo de moda íntima (PMI) do município de Nova Friburgo, no Estado do Rio, enfatizando 1) o projeto de desenvolvimento voltado para exportações, que está sendo conduzida pelas instituições atuantes na área, 2) os gargalos tecnológicos encontrados e 3) o impacto do crescimento do pólo sobre a renda, emprego e educação, na região.

A questão é relevante para a Região Nordeste porque a análise da experiência do PMI pode ser útil não apenas para os diversos pólos de confecções que estão em crescimento nesta região como, também, para os demais agentes econômicos relacionados, entre os quais se destaca o Banco do Nordeste.

O artigo mostra que os principais riscos para o desenvolvimento do PMI são: escassez de informação sobre os canais de distribuição e o consumidor final, falta de uma política de diferenciação do produto, dificuldades das pequenas empresas para aprimorar sua produção e exportar, limitações da oferta de serviços tecnológicos e a pequena participação dos empresários, trabalhadores e da população em geral no projeto institucional.

As oportunidades, por sua vez, são: esforço político conjugado de diversas instituições, amplo acesso a recursos financeiros e mercado internacional promissor.

Cadeias Produtivas e Complexos Industriais (38 KBytes)

Autor: Victor Prochnik

O artigo foi publicado como uma seção do capítulo FIRMA, INDÚSTRIA E MERCADOS, do livro HASENCLEVER, L. & KUPFER, D. ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL, Ed. Campus, 2002).

Breve resumo:
O artigo explica os conceitos de cadeia produtiva e complexo industrial.

2001

Cadeias Produtivas e Oportunidades de Investimento no Nordeste Brasileiro (206 KBytes)

Autores: Victor Prochnik e Lia Haguenauer

Artigo apresentado no XIV Congresso Brasileiro de Economistas, Recife, setembro 2001. Publicado na revista Análise Econômica, Faculdade de Ciências Econômicas da UFRGS, ano 20, N. 38, setembro de 2002.

Breve resumo:
O artigo discute o vínculo entre o conceito de cadeia produtiva e algumas propostas das teorias de crescimento desequilibrado e mostra resultados de um estudo sobre as cadeias produtivas da indústria da Região Nordeste, que aborda oportunidades de investimento industrial na região.

Cadeias Produtivas na Política de Ciência Tecnologia e Inovação (32 KBytes)

Autor: Victor Prochnik

Artigo apresentado na Reunião Regional Sudeste da Conferência Nacional de C&T para Inovação, Rio de Janeiro agosto de 2001.

Breve resumo:
O artigo propõe que as cadeias produtivas sejam consideradas como uma unidade de análise na formulação, implementação e acompanhamento do Projeto Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (PNCTI).

2000

Desafios para a Nova Cadeia de Calçados Nordestinos (464 KBytes)

Autores: Maurício Yoshinori Une e Victor Prochnik.

Publicado como capítulo 4 de OPORTUNIDADES DE INVESTIMENTO NAS CADEIAS PRODUTIVAS DO NORDESTE, livro por Lia Haguenauer e Victor Prochnik (autores principais), Banco do Nordeste do Brasil 2000.

Breve resumo:
O capítulo discute a migração da cadeia industrial de calçados, das regiões Sul e Sudeste para a região Nordeste. Entre as consequências, destaca-se a dispersão espacial da indústria, o que dificulta a formação de aglomerados produtivos (clusters), DEZEMBRO 1999.

1999

Systemic Innovation, Strategic Alliances and International Technology Transfer to Brazil (127 KBytes)

Autor: Victor Prochnik.

Paper presented at the 20th Annual McMaster Business Conference The 3rd World Congress on the Management of Intellectual Capital Michael G. DeGroote School of BusinessMcMaster University Jan 20-22. 1999 · Hamilton. Ont Canadá.

Breve resumo:
The paper discusses the results reached by Vonortas & Safioleas (1997), who relate international technology transfer in information technologies (IT) to developing countries to the formation of strategic alliances: “Alliances appear to provide a viable solution in the medium term for a number of firms from developing countries trying to upgrade from IT product assemblers to original designers" - Vonortas & Safioleas (1997, page 668). Besides disagreeing from Vonortas & Safioleas (1997), the article presents empirical evidence related to the Brazilian case. It shows that in Brazil, available evidence does not authorize the conclusion that alliances were a viable solution to the technological upgrade of national firms. 1999.

1998

A Globalização na Indústria de Cimento (570 KBytes)

Autores: Victor Prochnik, Adriana Perez e Carla Maria de Souza e Silva.

Data: Novembro de 1998.

Breve Resumo:
A indústria do cimento foi instalada, no Brasil, por uma empresa de capital estrangeiro, em 1926 mas, com o passar do tempo, a participação do capital nacional cresceu e se tornou dominante. A partir de meados da década de noventa, com a volta ao crescimento do consumo de cimento e a sobrevalorização da moeda, proporcionada pelo plano Real, este quadro mudou com rapidez. Esta mudança de tendência motivou o presente estudo. Seus dois objetivos são (1) analisar as causas do processo de globalização na indústria do cimento e (2) estudar o impacto deste processo sobre a estrutura de oferta nacional do produto.
É visto, em particular, que, como os maiores grupos brasileiros no setor ainda não se internacionalizaram, eles também estão ameaçados, apesar do seu porte, de terem suas margens pressionadas e de serem, eventualmente, obrigados a vender parte significativa dos seus ativos ou entrar em joint ventures nas quais sua participação acionária é menor do que a parcela de mercado por eles previamente atendida.

Intranetes em Subsidiárias Brasileiras de Empresas Transnacionais de Software e Hardware (119 KBytes)

Autores: Lia Haguenauer e Victor Prochnik.

O texto foi publicado na série Textos para Discussão do IE/UFRJ, em 1998

Breve Resumo:
O texto discute a difusão das Intranets em cinco subsidiárias de firmas transnacionais dos setores de software e hardware. As principais conclusões são: (1) a difusão das Intranets pode levar a uma maior concentração do know how e tomada de decisão dentro da firma, pelo menos nas subsidiárias de países em desenvolvimento; (2) na medida em que as intranets contribuem para consolidar e podem levar a uma mais ampla concentração do know how intrafirma, uma queda na qualificação média da força de trabalho nos países em desenvolvimento pode ser esperada e (3) é esperado que as Intranets venham a contribuir para a criação de novas oportunidades para firmas brasileiras qualificadas na rede de fornecedores e clientes destas empresas.

Industrial Complexes Revisited (799 KBytes)

Autor: Victor Prochnik.

Paper presented at the Joseph A. Schumpeter Society, Vienna, Austria, Conference, June, 1998

Abstract:
This article presents some of the results of a research program on industrial dynamics and sectoral interdependence, developed at the Economics Department of the Universidade Federal do Rio de Janeiro (IE/UFRJ) in the 1980s. The research builds on the French concept of Filière to put forth an empirical methodology as well as a theoretical framework. The article describes this methodology, presents the fixed industrial complexes and discusses the alternative theoretical definitions.

1997

Cooperation between Universities, Companies and Government in the National Export Software Program - Softex 2000 (155 KBytes)

Autores: Victor Prochnik.

Versão anterior foi apresentada no XXV Seminário da ANPEC, Salvador, 1995.

1992

Controle da Qualidade na Construção Civil Habitacional (338 KBytes)

Autores: Cláudia Nessi Zonenschain e Victor Prochnik.

Versão modificada de Trabalho realizado para o Governo do Estado de São Paulo, 1992.

Breve resumo:
O objetivo do trabalho é a proposição de um Programa de Qualidade Assegurada para a construção civil habitacional do Estado de São Paulo. Para tal, apresenta-se, no segundo capítulo, a experiência em controle da qualidade de duas empresas contratantes de obras de construção, a PETROBRÁS e a PETROS. No terceiro capítulo são examinadas as experiências de três empresas de construção civil, OAS, MONTREAL e WROBEL, HILF. O quarto capítulo, a partir da análise realizada nos precedentes, propõe a constituição de um sistema de controle da qualidade da construção civil habitacional para o Estado de São Paulo.

1990

Programas Regionais para Modernização e Difusão de Tecnologia em Indústrias Tradicionais (160 KBytes)

Autores: Victor Prochnik.

Artigo publicado na revista Planejamento e Políticas Públicas, IPEA/INPES, n. 3, julho/1990

Breve resumo:
O artigo discute as causas da baixa eficiência operacional constatada nos complexos fomados por setores tradicionais - têxtil, construção civil, etc. São apresentadas, inicialmente, as principais direções do progresso técnico nestes complexos - just-in-time, automação e introdução de inovações secundárias. Posteriomente, os tipos mais comuns de ineficiêcias são exemplificados. É dada ênfase aos problemas advindos da interação entre os setores sobre uma mesma cadeia produtiva. Por último, são apresentadas estruturas de programas públicos, de âmbito regional, que podem contribuir para aumentar a eficiência operacional das empresas e para o repasse da produtividade a trabalhadores e consumidores.

UFRJ-IE - Grupo de Pesquisa em Cadeias Produtivas
http:/www.ie.ufrj.br/cadeiasprodutivas