Disciplinas e Horários

Disciplinas e Grades

O PEPI talvez seja único ou um dos poucos programas de pós-graduação em economia política internacional, em todo o Brasil. Seu pioneirismo exige e permite certo grau de experimentação, na construção dos programas de suas disciplinas obrigatórias e eletivas. Sua concepção acadêmica sustenta-se sobre um tripé indissociável formado pela História, a Política e a Economia. Em todas as disciplinas e nas atividades de pesquisa trabalha-se com informações teóricas e históricas consideradas indispensáveis para uma análise política e econômica internacional que seja ao mesmo tempo sistêmica, dialética e estratégica.

O PEPI assegura uma sólida formação teórica mediante a oferta de um núcleo acadêmico central constituído por um bloco de seis disciplinas obrigatórias:

Ao mesmo tempo, é oferecido um amplo elenco de disciplinas eletivas relacionadas aos temas das Linhas de Pesquisa, que podem ser combinadas livremente pelos alunos, em acordo com seus orientadores acadêmicos. Para completar os requisitos curriculares, o aluno escolherá 3 (três) para o Mestrado e 4 (quatro) para o Doutorado.

Sistema Financeiro Internacional e Hegemonia Americana
Economia Política da Guerra
Estado, Moeda e Desenvolvimento
Direito e Instituições Internacionais
Integração Sul-Americana e Desafios da Política Externa
Teoria Política e Geopolítica Internacional
Política Externa e Teoria da Integração no Século XXI
A Política Externa Brasileira no Sistema Internacional
Tópicos Especiais em Metodologia Econômica
Estado, Integração e Globalização: Desafios da Política Externa
Seminário sobre Sistema Mundial
Economia Política da Proteção Social
Integração Regional e Globalização: União Europeia, Crise e Perspectivas 
História e Desenvolvimento da Economia Latino‐Americana 
A Globalização e os Desequilíbrios da Economia Mundial
Geopolítica: Teoria e Questões Atuais e a América do Sul
Política Externa dos Estados Unidos
Marx e o Marxismo nos séculos XX e XXI

Economia Política Internacional I
A disciplina se propõe a fazer uma identificação e uma localização histórica, dos grandes problemas  teóricos e práticos  que estão na origem da "economia política internacional". Não se trata de uma história das ideias, linear e positivista, nem de uma exposição detalhada do pensamento de alguns autores relevantes da economia da teoria política moderna. Trata-se de uma "pesquisa arqueológica" sobre a origem histórica, e a formulação intelectual dos principais paradigmas de pesquisa, que orientaram - desde o século XVII - os grandes debates, políticos e econômicos, sobre a origem, a natureza, a dinâmica e a direção de longo prazo, do "sistema interestatal capitalista". Um sistema competitivo, de acumulação de poder e de riqueza, que se formou dentro da Europa, e depois se expandiu, de forma contínua, a partir do século XVI, conquistando e/ou incorporando o "resto do mundo". O curso analisa seis conjunturas históricas fundamentais, na formação do estado, da economia e do pensamento moderno. E em cada uma delas, é feita uma identificação dos grandes problemas e desafios que estão na origem de debates e de ideias que permaneceram através do tempo, porque foram capazes de captar o "universal concreto", em cada um destes momentos históricos. O curso dará mais atenção às polêmicas do que à exposição sistemática do pensamento dos autores e dos políticos selecionados. Identificando e comentando os princípios e os paradigmas mas representativos e importantes para a pesquisa contemporânea, no campo da economia política internacional.

Economia Política Internacional II
A disciplina parte dos conceitos apresentados na disciplina Economia Política Internacional I, e se propõe reler e interpretar a formação e a história do sistema interestatal capitalista, a partir de suas origens na Europa, durante o “longo século XIII”. Esta história será lida na forma de quatro grandes “condensações/explosões expansivas”, provocadas por uma forma única de luta e articulação sistêmica entre poderes, religiões e economias / capitais complementares e competitivas, que só se deu por “acaso” na Europa, durante o seu “longo século XIII”. Luta e articulação entre poderes, religiões e capitais que foi responsável pelo impulso inicial, pela expansão permanente e pela globalização do sistema europeu de “estados-economias nacionais” capitalistas. Nesta luta e competição permanente é possível identificar um pequeno grupo de poderes territoriais “predadores” que lideraram a expansão contínua do sistema, e lograram impor - durante períodos mais ou menos longos – a sua supremacia, e algum tipo de ordenação hierárquica à totalidade do sistema. Do ponto de vista deste curso, entretanto, esta sucessão de supremacias não constitui o aspecto central da história do sistema, constitui apenas um ponto de apoio para a análise e compreensão da forma em que se expande este universo, movido por contradições internas e pelo aumento contínuo de sua pressão competitiva – política, ideológica e econômica – que se adensa e explode periodicamente sem obedecer nenhum tipo de determinismo ou de “teleologia final”.

História I: Formação do Sistema Interestatal Capitalista
O objetivo desta disciplina é oferecer aos alunos as informações históricas básicas que permitam compreender a formação do sistema político-econômico mundial, construído a partir da Europa, e a sua expansão global, entre os séculos XVI-XIX.  O curso se propõe fazer uma leitura sistêmica e transversal, privilegiando o olhar sobre as “longas durações”.  Além disto, o curso tomará como ângulo de leitura e organização das informações históricas, os processos articuladores de acumulação de poder e riqueza e seus movimentos expansivos na direção da formação e da consolidação do sistema mundial. O curso buscará construir um panorama geral da evolução desse sistema a partir de uma linha cronológica, examinando os papeis cumpridos pelas lutas e rivalidades interestatais, pelos conflitos e revoluções sociais, e pela acumulação de capital e competição inter-capitalista.  Para tanto, divide-se o período em cinco “longas durações”: começando por uma breve e resumida incursão às origens medievais do sistema de poder europeu e de suas economias mercantis (séculos XII-XIV); seguindo, pelo o “longo século XVI” (de 1453 a 1688), quando se formaram os primeiros Estados Nacionais e quando ocorreu a primeira onda expansiva dos poderes e dos capitais europeus a partir das viagens de descobrimento; posteriormente, o período de 1688 a meados de do século XVIII, marcado pela consolidação do sistema de relações internacionais europeu e pela globalização colonial e imperial do Poder Britânico; em seguida, o “longo século XIX” em que se pode falar de uma expansão do sistema “inventado” pelos europeus, com a formação dos primeiros Estados Nacionais extra-europeus, à sombra da consolidação do poder global da Grã Bretanha; e, por fim, uma breve incursão no século XX, quando da ascensão do puder americano e sua disputa com a URSS em escala global.

História II: História das Projeções de Poder Interestatais após 1860
A disciplina tem por objetivo o estudo da história das projeções de poder após 1860, assumindo como marco inicial o surgimento das “novas potências”, e como marco final a emergência dos Estados Unidos como única superpotência no final do século XX. No espírito da “história-problema”, assume-se como ponto de partida a noção de que o estudo da evolução histórica das projeções de poder no período deve considerar a interação entre processos de modernização econômico-social e de afirmação nacional, e como hipótese geral a ideia de que modernizações e afirmações nacionais sólidas viabilizaram projeções de poder internacional igualmente bem sucedidas. No desenvolvimento de uma análise histórica que lide adequadamente com os objetos da Economia Política Internacional, busca-se evitar os excessos e o unilateralismo de análises teóricas ditas “de longa duração” ou “sistêmicas”, de modo que a contribuição seminal de Braudel no que tange a indissociabilidade e unicidade das temporalidades históricas possa ser resgatada. Metodologicamente partindo, portanto, de uma perspectiva que vai do particular para o geral, identificando e analisando fenômenos e fatores caso a caso, buscar-se-á construir um panorama geral da evolução das políticas de potência a partir de 1860, avaliando como e em que medida o “econômico” e o “político” (tomados como indissociáveis) fomentaram a expansão de poder de determinados Estados na esfera mundial.

Economia Política I
A disciplina consiste numa introdução à história do pensamento econômico, visto a partir de uma perspectiva crítica baseada na contribuição de Sraffa. As teorias serão apresentadas a partir  de sua  relação com o desenvolvimento de  três importantes princípios teóricos em economia, a saber, o principio do excedente (que leva a economia política clássica), o princípio da substituição (a base do marginalismo ou abordagem neoclássica)  e o principio da demanda efetiva (que fundamenta o keynesianismo).

Economia Política II
O objetivo central desta disciplina é discutir as distintas concepções sobre a economia e a política do desenvolvimento e analisar numa perspectiva histórica as experiências de desenvolvimento econômico salientando as dimensões estruturais, institucionais e as políticas e estratégias nacionais adotadas considerando as circunstâncias econômicas e políticas internacionais que as condicionaram.

Sistema Financeiro Internacional e Hegemonia Americana
A ordem internacional sob hegemonia americana consolidou-se no pós-guerra, a partir do controle norte-americano sobre o dinheiro, as armas e o petróleo. Ao longo dessas 6 décadas, essa hegemonia foi objeto de contestações e de mudanças em suas formas de operação. A partir de esse marco, esse curso procura discutir a constituição, a ameaça e a retomada da hegemonia americana sobre óticas distintas, particularmente o dinheiro e o petróleo.

Economia Política da Guerra
Esta disciplina visa discutir os elementos para uma Economia Política Internacional da Guerra, a partir do mote estabelecido por Robert Gilpin: que “In brief, political economy in this study means the reciprocal and dynamic interactions in international relations of the pursuit of wealth and the pursuit of power”. Como a guerra é o instrumento por excelência de exercício de poder entre os Estados, coloca-se a questão acerca de como as transformações no poder militar se inseriram no quadro mais geral das transformações políticas e econômicas verificadas a partir do século XVI. Dito de outra forma, a pergunta que direciona este curso é: como a busca pelo poder e pela riqueza afetou e foi afetada pelas transformações no poder militar. Essa pergunta demanda uma consideração do poder militar como objeto de estudo por excelência do curso, ainda que situado sempre no contexto mais geral do sistema interestatal e de sua natureza capitalista. Não se trata, porém, de encontrar sentidos de determinação – se da política ou da economia para o poder militar, ou vice-versa – mas sim de reconstituir a linha histórica de evolução do poder militar com suas eventuais descontinuidades, tentando situá-la no contexto mais geral das transformações políticas e econômicas no período.

Estado, Moeda e Desenvolvimento
O curso analisa a inter-relação entre o Estado e a moeda, de um lado, e o Estado e o processo de desenvolvimento, de outro. A primeira parte discute as origens da moeda, contrastando a visão cartalista, ligada à chamada teoria estatal da moeda, e a visão convencional da teoria neoclássica. As origens da moeda moderna no capitalismo é discutida e sua evolução do Padrão Ouro ao padrão dólar são discutidos. Na segunda parte do curso discutimos o papel do Estado no desenvolvimento do capitalismo, no centro e na periferia, e a noção da crise do Estado é analisada criticamente. O curso enfatiza que o poder político, canalizado pelas instituições do Estado, é central para entender a organização das economias monetárias de produção e que a transformação das forças produtivas, associada ao desenvolvimento, somente pode ser entendido como subproduto do processo de dominação exercido por certos grupos através do aparelho do Estado.

Direito e Instituições Internacionais 
O eixo da disciplina é a internacionalização dos direitos humanos e seu reflexo nas relações internacionais. A proposta é trabalhar a partir da concepção histórica dos direitos humanos, evoluindo para o contexto contemporâneo do cenário global, relacionando o direito e as organizações internacionais ao direito interno, compreendidos como componentes de uma política internacional de proteção aos direitos humanos, destinada à realização da “governança mundial”.

Integração Sul-Americana e Desafios da Política Externa
A disciplina propõe a discussão do modelo vigente de integração sul-americana, cujas diretrizes têm sido promovidas particularmente pelo governo brasileiro, desde 2003. A partir do tripé desenvolvimento regional, instituições políticas e sociedade, pretende-se avaliar os efeitos e apontar os obstáculos desse modelo nos seus principais ângulos de destaque que se situam além de seu aspecto meramente comercial e diplomático. A abordagem questiona o papel das instituições na modernidade marcada pelas profundas transformações advindas do avanço da ciência e das tecnologias de comunicação, que adquirem forma própria de expressão no contexto das profundas desigualdades do capitalismo periférico.

Teoria Política e Geopolítica Internacional
A disciplina tem por objetivo discutir as relações entre espaço e poder e a dimensão do poder no relacionamento entre Estados; apresentar as principais teorias geopolíticas e de relações internacionais e seus principais debates; discutir as estratégias nacionais e as relações interestatais em diferentes contextos históricos, ressaltando especialmente fatores econômicos e sociais;discutir os principais fatores e atores que influenciam as relações entre os Estados e a dinâmica entre espaço e poder.

Política Externa e Teoria da Integração no Século XXI
A disciplina propõe uma revisão teórica dos conceitos de política externa e “integração” consagrados na literatura acadêmica das relações internacionais e uma interlocução com a teoria crítica de forte inspiração gramsciana, que busca contextualizá-los nos marcos do capitalismo contemporâneo. O objetivo mais específico é o de promover a discussão a respeito de uma teorização que corresponda às demandas de uma agenda de pesquisa sobre o protagonismo das políticas externas e seus efeitos particulares no processo de integração sul-americana.

A Política Externa Brasileira no Sistema Internacional
Unipolaridade e multipolaridade: uma nova geometria do Sistema Internacional para a segunda década do século XXI. Qual o desafio para a política externa do Brasil? Estas são as questões que norteiam a disciplina.

Tópicos Especiais em Metodologia Econômica
A disciplina tem por objetivo apresentar ao estudante questões controversas da história do pensamento econômico e seu papel no estudo e entendimento da teoria econômica. Destaca-se na disciplina a questão da ideologia, das visões sobre a história do pensamento econômico, do projeto científico da economia e da definição de um objeto, do nascimento da economia: no contexto da ordem social capitalista.

Estado, Integração e Globalização: Desafios da Política Externa
A disciplina retoma a revisão teórica dos conceitos de política externa e “integração” consagrados na literatura acadêmica das relações internacionais e promove a interlocução com o pensamento crítico que busca recontextualizar o debate contemporâneo nesse campo. Aborda o protagonismo da política externa na configuração do Estado no século XXI e avalia o processo de integração sul-americana em sua pretensão de ancorar a consolidação de alianças mais amplas no espectro sul-sul, voltadas para uma redefinição da geopolítica internacional. Propõe ainda a discussão, como caso emblemático, da política externa do governo Lula - especialmente no segundo governo, período 2006/2010.

Seminário sobre Sistema Mundial
A disciplina tem por objetivo analisar a economia mundial a partir das teorias do sistema mundial e da dependência, que distinguem as realidades sócio-econômicas de determinados países e regiões a partir da articulação entre grupos internos e as forças do sistema mundial. Essas visões destacam a presença de um centro hegemônico ordenador da economia mundial e de um núcleo orgânico de Estados aliados e potenciais competidores; de uma semi-periferia, dividida entre países dependentes e Estados com pretensões de alcançar o núcleo orgânico; e de uma periferia, em grande parte dependente, mas suscetível a resistir à articulação subordinada e excludente na economia mundial.

Economia Política da Proteção Social
A disciplina tem por objetivo a apresentação de um painel amplo e geral dos mecanismos da política social brasileira, com destaque para os aspectos relacionados a seu padrão de financiamento. Para isso, partir-se-á de uma resenha da discussão, que já vem sendo travada há quase três décadas em todo o mundo sobre as transformações que colocaram em tela de juízo a existência do welfare state. O ponto central da disciplina é constituído pelo exame da evolução e da configuração atual das políticas sociais no Brasil, tanto no que respeita aos sistemas de proteção quanto do novo papel que as administrações locais passaram a ter desde a promulgação da Constituição de 1988. A disciplina desdobra-se na apreciação de alguns estudos de caso, relativos aos mecanismos tradicionais da política social brasileira, como os três componentes da seguridade social (previdência, saúde e assistência social) e educação, e os relativos às novas “políticas sociais”, a saber as políticas públicas de emprego, e as experiências locais e descentralizadas.

Integração Regional e Globalização: União Europeia, Crise e Perspectivas
A disciplina busca analisar o processo de integração da União Europeia com ênfase na relação entre a integração econômica e a integração política do bloco.

História e Desenvolvimento da Economia LatinoAmericana 
A disciplina analisa o desenvolvimento da América Latina em seu contexto histórico, do período colonial ate a presente crise global. A questão das razões do atraso relativo, e as explicações culturais, geográficas e neo-institucionalistas são contrastadas com as velhas ideias estruturalistas e da teoria da dependência. Questões relativas as estratégias de desenvolvimento, também serão discutidas com ênfase na atual estratégia de desenvolvimento na região e no Brasil.

A Globalização e os Desequilíbrios da Economia Mundial
A partir dos anos 80, a economia mundial acelerou o processo de globalização, em suas diversas formas: comercial, investimento e financeira. O centro desse processo foi a economia americana. Entretanto, em lugar de reduzir as assimetrias, o processo foi cercado de crescentes desequilíbrios entre as principais economias. A partir desse marco, essa disciplina discute as bases em que se deu o processo de globalização e sua consequências, em particular a crise que se desenvolve desde 2008.

Geopolítica: Teoria e Questões Atuais e a América do Sul
A disciplina se propõe a discutir as relações entre espaço e poder  apresentando as principais teorias geopolíticas, seus principais debates (clássicos, no pós Guerra e atuais) e conjunturas históricas, chamando a atenção para a relação estreita entre as teorias geopolíticas e os contextos histórico-espaciais nos quais foram produzidas – objetivos estratégicos das potências e disputas por poder, riqueza e espaços na América do Sul e no contexto da integração sul-americana. Visa ainda introduzir temas atuais, relevantes e estratégicos, na conjuntura geopolítica mundial, especialmente para o Brasil e a América do Sul, como a crescente disputa pelo controle de recursos estratégicos (energia, biodiversidade, etc.) e seus principais “players”.

Política Externa dos Estados Unidos
A disciplina tem por objetivo fornecer uma visão de conjunto sobre a história da política externa dos EUA, desde a fundação da República em 1776 até os dias de hoje. 

Marx e o Marxismo nos séculos XX e XXI
A disciplina tem por objetivo apresentar os desdobramentos do pensamento de Marx e a contribuição marxista para debates e temas que repercutiram no desenvolvimento da teoria econômica nos séculos XX e XXI.

GRADES

As grades para o Mestrado e o Doutorado do PEPI sintetizam a organização acadêmica, de acordo com as normas previstas no Regulamento  do Programa.

Grade – Mestrado
#Disciplinas Natureza Nome da Disciplina Carga Horária Créditos Semestre
4 Obrigatória Economia Política Internacional I 60h 1 1
  Obrigatória Economia Política I   60h 4 1
  Obrigatória História do Sistema Interestatal I 60h 1 1
  Eletiva Disciplina Eletiva 1 60h 1 1
3 Obrigatória Seminário de Dissertação de Mestrado 60h 2 2
  Eletiva Disciplina Eletiva 2 60h 2 2
  Eletiva Disciplina Eletiva 3 60h 2 2
1 Obrigatória Pesquisa de Dissertação de Mestrado - - 3 e 4



Doutorado

#Disciplinas Natureza Nome da Disciplina Carga Horária Créditos Semestre
4 Obrigatória Economia Política Internacional I 60h 4 1
  Obrigatória Economia Política I 60h 4 1
  Obrigatória História do Sistema Interestatal I 60h 4 1
  Eletiva Disciplina Eletiva 1 60h 4 1
4 Obrigatória Economia Política Internacional II 60h 4 2
  Obrigatória Economia Política II   60h 4 2
  Obrigatória História do Sistema Interestatal II 60h 4 2
  Eletiva Disciplina Eletiva 2   60h 4 2
3 Obrigatória Seminário de Tese de Doutorado 30h 2 3
  Eletiva Disciplina Eletiva 3 60h 4 3
  Eletiva Disciplina Eletiva 4 60h 4 3
1 Obrigatória Pesquisa de Tese de Doutorado - - 4 ao 8