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From Connection to Coordination: High-Speed Internet and Protests in Africa
PALESTRANTE:
Jean-Baptiste GUIFFARD (LERN - Université de Rouen Normandie)
DATA: 09/11/2026 (segunda-feira)
HORA: 16:40h
SALA: 201 (antiga sala 203)
RESUMO: This study leverages the staggered arrival of submarine Internet cables and the terrestrial backbone network in Africa to examine the influence of high-speed Internet (encompassing both fixed and mobile) on political mobilization. Using ACLED and Afrobarometer data, robust event-study and difference-in-differences estimates indicate a significant increase in both the likelihood of protest participation and the frequency of protests. This effect is particularly observed in ‘free’ countries, where political rights and civil liberties are actively exercised. The analysis explores two key mechanisms, information dissemination and coordination facilitation, with enhanced coordination emerging as the key driver of the observable impact.
INFORMAÇÕES GERAIS
Os seminários ocorrerão às segundas-feiras na sala 201. A sala tem que ser liberada até 18:15, pois à noite ela é utilizada pelo curso noturno.
Os alunos de mestrado e doutorado em tempo integral têm que obter uma frequência mínima de 75% nos seminários e os demais uma frequência mínima de 50%.
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Eventos
Apresentações
PPGE, PPED, PEPI e Grupos de Pesquisa
Notícias
Defesas
Publicações
Extensão
Cursos
Lato Sensu
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GLOSSÁRIO
O Glossário do GIC reúne conceitos e definições relacionados à mudança climática, à transição ecológica e ao desenvolvimento sustentável, com o objetivo de contribuir
para a divulgação e a disseminação de conhecimento sobre esses temas. A iniciativa é um dos resultados do projeto de extensão “Leituras sobre Mudança Climática”,
do Decarbonization and Industrial Policy (DIP), e conta com a colaboração de alunos e alunas do Instituto de Economia da UFRJ (IE/UFRJ).
A
Aquecimento global
O aquecimento global corresponde ao aumento da temperatura média da superfície terrestre em relação a um período de referência, de modo a identificar uma tendência de aquecimento de longo prazo. No contexto recente, o aquecimento global está associado ao aumento e acúmulo das emissões de gases de efeito estufa a partir da Era Industrial, entre os séculos XVIII e XIX. Nesse aspecto, os principais gases de efeito estufa na atmosfera associados às atividade humanas são o dióxido de carbono (CO₂), metano (CH₄) e óxido nitroso (N₂O), cujas concentrações são aumentadas por atividades econômicas, especialmente a queima de combustíveis fósseis, as queimadas e a agropecuária. Seus efeitos geram consequências ambientais, sociais, humanas e econômicas, afetando setores produtivos, infraestrutura e disponibilidade de recursos naturais de forma desigual em que a magnitude total dos impactos é imprevisível (Costa, 2024; Nordhaus; 2008; IPCC, 2023).
FONTE
https://www.ipcc.ch/report/ar6/syr/
C
CO₂ equivalente (CO₂e)
Existem vários gases de efeito estufa (GEE) que contribuem de diferentes maneiras para o aquecimento global. Uma tonelada de metano (CH4), por exemplo, aquece mais do que uma tonelada de gás carbônico (CO₂). O CO₂ equivalente (CO₂e) é um parâmetro unificado que traduz o efeito de cada gás em quantidade de CO₂, possibilitando sua comparação (DENISON; FORSTER; SMITH, 2019). A partir do CO₂e, é possível somar emissões, comparar atividades e acompanhar metas climáticas. Na economia, essa unidade ajuda a calcular quanto custa reduzir emissões, comparar setores e precificar o carbono, isto é, definir um valor por tonelada de CO₂e (WORLD BANK, 2014).
D
Desenvolvimento sustentável
O desenvolvimento sustentável consiste em atender às necessidades das gerações presentes sem comprometer a capacidade das gerações futuras de atender às próprias necessidades, conciliando aspectos sociais, econômicos e ambientais. Assim, envolve promover a atividade produtiva, a competitividade e a redução das desigualdades por meio da inovação e de práticas que reduzam os impactos ambientais. A transformação dos processos produtivos e o desenvolvimento de tecnologias mais sustentáveis podem contribuir para reduzir emissões, melhorar a eficiência no uso dos recursos naturais e criar oportunidades econômicas, em busca de conciliar o crescimento econômico com a preservação ambiental e o bem-estar social (Peres et al., 2024; Costa, 2024; Nordhaus; 2008; IPCC, 2023).
FONTE
https://www.ipcc.ch/report/ar6/syr/
E
Emissões territoriais
São as emissões que acontecem dentro das fronteiras de um lugar, como um país, estado ou cidade. O que conta é onde as emissões são geradas, não onde o produto será usado. Se o Brasil emite pela criação de gado, pelo desmatamento ou pela queima de combustíveis, isso entra na conta brasileira, mesmo que o produto final seja exportado. Essa é a base dos inventários nacionais (PETERS, 2008), que também registram emissões e remoções do uso da terra (ZIMBRES et al., 2024). Na economia, essa medida mostra como a forma de produzir e a especialização de cada lugar influenciam suas emissões, ajudando ainda a entender a fuga de carbono: quando regras mais duras levam parte da produção poluente para outro lugar, as emissões locais podem cair sem que as emissões do planeta caiam na mesma medida (PETERS; HERTWICH, 2008).
Emissões incorporadas
São as emissões associadas a todas as etapas da produção de um bem, da extração das matérias-primas até chegar a quem consome, mesmo que ocorram em outro país. Um carro importado, por exemplo, incorpora as emissões de carbono associadas ao processo produtivo da fábrica que o produziu. Somadas a tudo o que um país consome, formam-se suas emissões baseadas no consumo, que podem ser bem diferentes das emissões territoriais. Na economia, essa conta pode mudar a visão sobre o comércio internacional: países exportadores líquidos de bens intensivos em carbono tendem a emitir na produção mais do que consomem, enquanto países ricos que importam muito fazem o contrário (PETERS; HERTWICH, 2008). Ela também alimenta debates como a cobrança de carbono nas fronteiras e a divisão de responsabilidade entre quem produz e quem consome.
I
Inventário de emissões
O inventário de emissões é o registro de quanto gases de efeito estufa (GEE) um país, setor ou empresa emitiu e quanto foi retirado da atmosfera, por exemplo, por florestas. Mostra também de onde vêm as emissões. Nos inventários nacionais, as fontes são agrupadas em Energia (que inclui a queima de combustíveis na indústria), Processos Industriais e Uso de Produtos, Agropecuária, Uso da Terra e Florestas e Resíduos. Os resultados podem ser expressos em CO₂e. Os países seguem as diretrizes metodológicas do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), e as empresas costumam usar o GHG Protocol (EGGLESTON et al., 2006; CALVO BUENDIA et al., 2019; WRI; WBCSD, 2004). Na economia, o inventário ajuda a localizar as maiores fontes de emissões, escolher prioridades e acompanhar se as medidas funcionam. Como os métodos são públicos e verificáveis, permite comparar dados ao longo do tempo.
M
Mudanças climáticas
As mudanças climáticas na idade contemporânea correspondem a alterações persistentes nos padrões climáticos globais, associadas ao aumento da temperatura média do planeta e à intensificação de eventos extremos, como secas, tempestades, inundações e ondas de calor. Essas mudanças são decorrência do processo de aquecimento global, fruto das emissões antropogênicas, isto é, aquelas causadas pela humanidade. Do ponto de vista econômico, constituem um dos principais exemplos de externalidades negativas, pois quem gera a externalidade não arca integralmente com o custo social associado a sua produção ou consumo. Seus efeitos afetam a produtividade, a infraestrutura, a disponibilidade de recursos naturais e as condições de vida da população, distribuindo prejuízos de forma desigual entre regiões e setores econômicos (Costa, 2024; Nordhaus; 2008; IPCC, 2023; Rocha e Silva, 2025).
FONTE
https://www.ipcc.ch/report/ar6/syr/
P
Pegada de carbono
A pegada de carbono é a estimativa das emissões diretas e indiretas ligadas a um produto, serviço, empresa, pessoa ou evento, geralmente medida em CO₂e. O resultado depende do que entra na conta: extração de matéria-prima, fabricação, transporte, uso e descarte (WIEDMANN; MINX, 2008). Enquanto o inventário olha o conjunto, a pegada olha de perto para um objeto específico. Na economia, essa informação ajuda a decidir o que produzir e comprar, onde investir e em qual etapa é mais fácil reduzir emissões. Empresas também podem usá-la para ganhar eficiência e atender exigências de clientes e parceiros.
V
Vulnerabilidade climática
A vulnerabilidade climática corresponde à propensão de pessoas, comunidades, ecossistemas e sistemas econômicos a sofrer impactos negativos associados às mudanças climáticas. Ela está relacionada à sensibilidade aos danos e à capacidade limitada de enfrentamento e adaptação. Essa vulnerabilidade não é distribuída igualmente pela sociedade. Assim, grupos sociais mais pobres tendem a apresentar maiores dificuldades para se adaptar e reduzir os prejuízos causados, seja pela falta de recursos, seja por já sofrerem com impactos climáticos em curso, e, portanto, tendem a sofrer maiores impactos decorrentes das mudanças climáticas (Costa, 2024; Nordhaus; 2008; IPCC, 2023).
FONTE
https://www.ipcc.ch/report/ar6/syr/
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Fernando Pereira da Silva
Nível: Mestrado — PPGE
"Continuidade e transformações da hegemonia norte-americana pós-2020: um diálogo com a perspectiva de Maria da Conceição Tavares."
ORIENTADOR(A): Eduardo Figueiredo Bastian
DATA: 30/11/2026, às 09:00:00
FORMATO: Online

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SEMINÁRIO DO GRUPO DE ECONOMIA POLÍTICA
Keynes e o "terceiro" postulado da teoria (neo)clássica no equilíbrio de longo prazo e no processo de acumulação
APRESENTADOR:
Franklin Serrano (UFRJ)
DATA: 03/12
HORÁRIO: 18H30
LOCAL: SALA 102
Contamos com a sua participação!
Organização do Grupo de Economia Política.
